DO HUMANISMO E DA SUA ANTÍTESE
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DO HUMANISMO E DA SUA ANTÍTESE
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Coitados dos reformados,
Infelizes, os doentes
Porque serão condenados
Inda que estando inocentes
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Se esta lei nos for imposta,
"Só manduca quem trabuca!",
E não puder ser deposta
Pelos qu`inda tenham "cuca"
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Os mais velhos dentre os velhos,
Em vez de serem cuidados,
Irão vergar os joelhos
Pra serem guilhotinados
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E quem sofra de doença
Crónica, incapacitante,
Irá ter, como sentença,
O NÃO do seu semelhante
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O Mundo ficará forte
Em termos de economia
Quando condenar à morte
Qualquer humana avaria
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Mas... depois... pensemos bem,
Virá essa lei de humanos,
Ou será que ela nos vem
De monstruosos tiranos?
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É que houve, em tempos, um louco
Cujo perverso ideal
Fez matar de tudo um pouco
Por perversão natural
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Não faltou quem o seguisse
Nem quem muito o venerasse,
Mas pior fez quem fingisse
Que nada vira... e calasse!
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Não vejo maior desgraça
Do que esquecer e deixar
Que ganhe força uma "raça"
Cujo anseio é exterminar!
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Mª João Brito de Sousa
15.09.2023 - 16.39h
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Estamos vigilantes e damos o alerta, a Maria João é um exemplo de intervenção.
ResponderEliminarUm abraço.
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