SONETILHO - Reedição

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SONETILHO
*


Poema, és razão supina


desta suprema loucura


de ser poeta - e sem cura... -


desde muito pequenina
*



E se eu, então, menina


travessa, alegre, imatura,


já nesse tempo à procura


de ir dando a volta à rotina
*



Dobava as horas do dia


nas voltas que a fantasia


me fiava sem parar:
*



Nem sempre doba quem fia,


mas era já Poesia


o que eu tecia, ao dobar...
*


 


Maria João Brito de Sousa


30.08.2016 - 12.56h
***

Comentários

  1. Um boa herança, que nasceu cedo, para nos dar o prazer de bonitos poemas ler.
    Um abraço, Maria!

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    1. Obrigada, Cheia!
      Na fotografia: a minha mãe, eu e a Nice na varanda da frente da casa do Dafundo.

      Outro abraço!

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  2. Mas a Menina MJ
    ali na foto
    tava a modos que preguiçóta, pró sorriso
    Belo fim de Semana com alegria
    que cedo cedinho vou geringonçar até à Cidade que tem mais encanto
    Beijinhos

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    1. Esta é uma das poucas fotografias em que não estou de goelas abertas, eheheheh... Talvez estivesse com soninho,

      Já fui ver a tua apetitosa receita

      Boas filmagens de fim-de-semana na cidade!

      Beijinhos

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