COM UMA COLHER DE PAU II
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COM UMA COLHER DE PAU II
*
"Com uma colher de pau"
E um punhadito de terra
Não se faz nada de mau,
Nem se alimenta uma guerra...
*
Se a verdade se descerra,
"Com uma colher de pau"
Não mais a vida se enterra
Morta por bala ou calhau
*
E a morte em versão sarau
Deixará de andar na berra...
"Com uma colher de pau",
Um não morde, outro não ferra,
*
E ninguém diz que não erra
Por esbanjar tanto ´cacau`:
Quem um tal golpe desferra
"Com uma colher de pau"?
*
Mª João Brito de Sousa
06.03.2023 - 13.00h
***

Pois
ResponderEliminara açorda tá fria
Brinco no desejo de uma bela tarde com alegria MJ, beijinhos
Ora essa, , então eu não aquecia a açordinha antes de ta servir? E olha que está uma delícia!
EliminarUm resto de boa tarde que eu estou tão exausta que não sei se não me vou deitar já a seguir...
Beijinhos!
Uma colher de pau é um poema divertido.
ResponderEliminarClaro que com colheres de pau não se alimenta uma guerra, mas talvez fossem prestáveis para dar uma boa sova nos políticos alemães e não só …
Forte e solidário abraço das margens do rio Reno 🌻
Apoiado, Teresa!!! Pudesse eu usá-la enquanto punitivo e também por cá não faltariam ilustres traseiros merecedores de punição...
EliminarInfelizmente, tudo o que posso fazer é satirizar um pouco em redondilha maior, que nem eu nem a Musa andamos no nosso melhor...
Forte abraço daqui, do ponto onde o Tejo encontra o mar
Maravilhosa partilha! Obrigada!
ResponderEliminarMuito obrigada, Ana D.
EliminarUm beijinho