"CALOR... TROUXE MULTIDÕES"
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"CALOR... TROUXE MULTIDÕES"
*
"Calor... trouxe multidões"
Repetem à exaustão
Jornais e televisões
Da nossa Lusa Nação
*
Porque, assim que chega o V`rão,
"Calor... trouxe multidões"
Reboa em competição
Com a chave Euromilhões
*
Que abre a porta às ilusões
Do mais comum cidadão:
"Calor... trouxe multidões"
Passou de frase a pregão
*
E eu, sem sardinha no pão,
Sem fogueiras, nem pendões,
Lá papagueio o refrão:
"Calor... trouxe multidões"!
*
Mª João Brito de Sousa
25.06.2022 - 11.30h
***
Poemeto criado a parte de um verso/mote de João Belo para uma rubrica do Horizontes da Poesia

Pois eu afirmo: Nem calor, nem multidões / nem vozear de pregões / me aquecem corações / Antes frescura das manhãs / o vermelhão das romãs / sabor acre das maçãs. Que venham os amanhãs!
ResponderEliminarSaúde e Paz!
:)
EliminarQue venham os amanhãs
Mais isentos e mais justos,
Com políticas mais sãs
E franca baixa nos custos!
Obrigada, Francisco!
Saúde e um abraço
Teu poema
ResponderEliminarpertence ao passado
antes eram multidões
hoje são hordas
Credo, Rogério!? Fizeste-me lembrar as invasões bárbaras...
EliminarForte abraço!
Pois
ResponderEliminarSardinha e multidões é folia de S. João
que o euromilhões só num balão
vê-lo passar digo eu
Harmonia e um bom e belo Domingo MJ, beijinhos
Ai, ai, Anjo, ... passo bem sem grandes folias, que a minha maior alegria é mesmo ler e, sobretudo, escrever, mas... tenho saudades de uma bela sardinha assada, lá isso tenho!
EliminarBeijinhos sanjoaninos
Bom dia: - E a covid-19 a sorrir.
ResponderEliminar.
Cumprimentos e um domingo feliz
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Essa parece ter vindo para ficar, já deve ter entrado no ciclo dos vírus sazonais, muito embora o seu comportamento não seja exactamente o desses vírus... Mas as estações do ano também já não são exactamente o que eram.
EliminarDomingo feliz, Ryk@rdo!