"JÁ SE VAI VENDO A PERNINHA"

"JÁ SE VAI VENDO A PERNINHA"
*
"Já se vai vendo a perninha"
Do P que estou a escrever
E a seguir, na mesma linha,
Um E começa a apar`cer
*
Pra logo a seguir se erguer,
"Já se vai vendo a perninha",
O R que, sem saber,
A nossa mente adivinha
*
Logo o N se avizinha
Para o R vir render,
"Já se vai vendo a perninha"
Que está agora a estender
*
Para logo se prender
À vogal cuja pintinha
Nunca se deve esquecer:
"Já se vai vendo a perninha"
*
Mª João Brito de Sousa
07.05.2022 - 10.45h
***
Poemeto em quadras com mote descendente, criado a partir do verso/mote de Joaquim Sustelo para uma rubrica do Horizontes da Poesia

E, sem a perninha se ver
ResponderEliminarSobe a saia mas cresce a bota
Fica à mesma a perninha tapada
Não diz a bota com a perdigota.
Ó Maria Papola, qual saia? A letra P não usa saia, nem nada que se lhe pareça.
EliminarOra leia o poemazinho, se faz favor.
Não sabendo o que é PENIN
EliminarConheço o P de poema florido
Pelo que fica na mesma assim
Uma Perninha...sem sentido!!
Tem razão, esqueci-me do R. Olhe, faça de conta que a consoante rolante está lá:
Eliminaré uma Perninha coxa.
Acontece aos melhores!
EliminarNão se preocupe.
Peço-lhe imensa desculpa, Maria Papoila, creio que não estou num dos meus melhores dias... Mas já reformulei o poemeto e, se o fiz, foi graças a si... Obrigada!
EliminarUm abraço
A tempo
ResponderEliminaro R
veio a preceito
Poema
sem R
fica sem jeito
Tens razão, Rogério... mas, coitada da Maria Papoila!
EliminarCreio que nunca me tinha acontecido nada parecido, costumo ser uma boa anfitriã...
E que perninha bonita
ResponderEliminarassim descrita MJ
Bom e belo dia, boa Semana em harmonia MJ, beijinhos
Obrigada, Anjo
EliminarQue tenhas, também, uma excelente semana!
Beijinhos