"E O RAMO DE FLORES MURCHOU"

 


flores murchas.jpg


"E O RAMO DE FLORES MURCHOU"
*



"E o ramo de flores murchou"


No instante, no segundo,


Em que a mulher acordou


E pôs os olhos no mundo
*



Deu um suspiro profundo


"E o ramo de flores murchou"


Quando algo nauseabundo


Tomou forma e se mostrou...
*



A mulher que o rejeitou,


Viu-o como um vagabundo


"E o ramo de flores murchou",


Caiu por terra, rotundo!
*



De onde seria oriundo,


Nunca a mulher perguntou,


Mas leio o mote e secundo:


"E o ramo de flores murchou"!
*


 


Mª João Brito de Sousa


21.05.2022 - 12.35h
***


 


Poemeto criado a partir de um verso/mote de Liliana Josué para uma rubrica do Horizontes da Poesia

Comentários

  1. Que não sejam cravos
    (ou será que eram?)

    Abraço, murcho

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    Respostas
    1. Não fui eu que dei o mote, Rogério, mas não creio que a poeta que o deu - Liliana Josué - tenha pensado em cravos... murchos! :)

      Quanto a mim, usei esse ramos de flores muito metaforicamente, como calcularás...

      Um abraço cheiinho de antibióticos :)

      Eliminar

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