TRAÇO

Tela de Marc Chagall
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TRAÇO
*
Espaço a espaço lanço o traço,
Dia a dia o verbo solto
Num arremedo de abraço
Que vou lançando no espaço,
Eu, que em traços vivo envolto
*
Mas se acaso me revolto
E, em vez de lançar o traço,
É a mim que em traços solto,
Estarei, por traços envolto,
Lançando-me a mim no espaço...
*
Mª João Brito de Sousa
03.04.2022 - 10.45h
***
Poema em duas quintilhas criado para uma rubrica do Horizontes da Poesia

Será que nós nos lançamos sempre no Verbo e no Traço, quando os soltamos?! Ou não?! Saúde e Paz!
ResponderEliminarSempre ou quase, quase sempre, no meu caso, Francisco :)
EliminarEssa é uma das razões que me levam a gostar tanto de tecer coroas em dueto e em tempo "record", para que aquilo que sinto saia de imediato e sem outro "filtro" que não seja o da empatia natural...
Saúde, Paz e um abraço!
Uma excelente criação poética!
ResponderEliminarBeijo
Obrigada, Ana! :)
EliminarUm beijo!
Um poema que gostei de ler.
ResponderEliminarAbraço, saúde e boa semana
Muito obrigada, Elvira :)
EliminarSaúde, Paz, uma boa semana e um abraço!
Traço a traço
ResponderEliminarse constrói o verbo
ah, este antipático
teclado
que me tira do sério
Rogério??? Teresa???
EliminarBem, seja quem for, muito obrigada :)
Um abraço!
Em cores bonitas
ResponderEliminare palavras pinceladas, vale o momento
Beijinhos.
Obrigada, Anjo meu
EliminarBoa semana, PAZ e Saúde!
Beijinhos