MAL-ME-QUER

MALMEQUER
*
Floresceu um malmequer
À beira de uma oliveira...
Não sendo uma flor qualquer,
A pequena aventureira
Nasceu onde quis nascer
*
Sem temer fazer asneira
E a quem a tentar colher
Dirá airosa e matreira:
- Sou um simples malmequer
Que pouco enfeita e nem cheira...
*
Mª João Brito de Sousa
17.04.2022 - 13.20h
***
Poemeto em duas quintilhas criado para uma rubrica do Horizontes da Poesia

NÃO RESISTI: https://trovoadademaio.blogspot.com/2022/04/malmequer.html
ResponderEliminar:) Vou já ver, Teresa!
EliminarAbraço!
Obrigada por não ter resistido
EliminarNascem onde querem, as "boninhas" ou boninas!
ResponderEliminarÉ verdade, Francisco: nascem um pouco por toda a parte... ou nasciam, porque eu agora não saio daqui e nunca encontro nenhuma num corredor hospitalar...
EliminarObrigada, Paz, Saúde e um forte abraço!
Mas bonitos
ResponderEliminare coloridos
Bela tarde e boa Semana MJ, beijinhos
Sim, bem bonitos e coloridos, Anjo meu
EliminarBoa tarde, boa semana e beijinhos daqui, do meu estuário!
Uma flor sem tanto prestígio ou valor, mas que existe e marca desde o despertar da amorosidade em nós.
ResponderEliminarTenha dias abençoados, querida amiga Maria João!
Beijinhos carinhosos e fraternos
Bem-haja, Rosélia! :)
EliminarRetribuo os carinhosos e fraternos beijinhos!