FOLHA

FOLHA
*
I
*
Nem com folha nem sem ela
Consigo que a Musa volte
Pra que o verso se me solte
Sobre o cavalo sem sela
De um poema que me escolte
*
II
*
Morto o verso em seu compasso,
Foi-se a Musa, ardeu-me a folha
E à boca, tapou-ma a rolha
Deste tremendo embaraço
De a (es)colher não tendo escolha...
*
Mª João Brito de Sousa
23.02.2022 - 11.25h
***
Poemeto criado para uma rubrica dedicada às quintilhas, no Horizontes da Poesia

Com Musa, ou sem ela quem me dera escrever assim.
ResponderEliminarAinda não chegou o livro?
Abraço e votos de rápidas melhoras.
Vou já, já ver, querida amiga!
EliminarSaí há poucos minutos do banho e ainda nem almocei...
Obrigada e até já :)
Nê nê nê nê
ResponderEliminarque a Musa sabe musar
e a folha regenerará noutra de encantar
Boa e bela tarde, feliz fim de Semana
Beijinhos de aqui MJ
Obrigada e um feliz fim-de-semana também para ti, Anjo
EliminarBeijinhos daqui, do meu quase-mar
Essa folha, encontrada na rua
ResponderEliminarDisse-me tua Musa
Não ser tua
A tua, é perene
Essa é caduca
Ah, ela diz que acaba de te dar um abraço
e eu o mesmo faço
:) São os teus olhos amigos que a vêem assim, Rogério...
EliminarA minha Musa morrerá comigo, é parte de mim; com sorte, talvez fiquem, de nós duas, alguns poemas "escritos no tempo"...
Devolvo-te dois abraços; um meu e outro da minha Musa
Abençoada e inspiradora folha! Votos de melhoras.
ResponderEliminarBem-haja, Francisco!
EliminarFraterno abraço!