"DAS CINZAS HÃO-DE EMERGIR"

"Das cinzas hão-de emergir"
Rebentos novos que em flor
Rapidamente hão-de abrir
Enchendo o mundo de cor
*
Surgirá novo esplendor;
"Das cinzas hão-de emergir",
Com renovado vigor,
Mil razões para sorrir
*
E até posso presumir
Que ao vencer tão grande dor,
"Das cinzas hão-de emergir"
Gentes de grande valor,
*
Convicções, gestos de amor
Que esta dor hão-de remir,
E os que dão o seu melhor
"Das cinzas hão-de emergir"!
*
Maria João Brito de Sousa - 29.01.2021 - 12.00h
*
Poemeto criado para uma rubrica do Horizontes da Poesia - Verso/mote de minha autoria.

Sinto que te teu poema
ResponderEliminarme é dedicado
se não
assumo-o como seja
Rogério??? És tu???
EliminarEste poema foi escrito a pensar em todos os homens e mulheres de boa vontade. Claro que te encontras entre os que como tal reconheço!
Abraço grande!
Um poema lindo demais: leve, cheio de sentimento, e que nos enche de esperança, nos faz sonhar!!! Escreves muito bem, que orgulho minha amiga adorada! Mil beijinhos desejando domingo lindo como estas tuas palavras🌻❤🙏🌷
ResponderEliminarObrigada, Sandra
EliminarMil beijinhos também para ti e que tenhas um sereno e inspirado Domingo!