CHUVA DE AGOSTO

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Chegou vestida a rigor


Com relâmpagos nos braços


E trovões a anunciá-la,


Mas, depois, deu-se o pior;


Recuou dois ou três passos,


Meteu-se inteira na mala...


 


Não sei se vem sem vigor,


Se rendida aos seus cansaços...


Sei lá se deva chamá-la!


Mas eis que volta! Em redor,


Tudo é marca dos seus traços


Nos vidros da minha sala...


 


 


Maria João Brito de Sousa – 28.08.2017 – 16.00h


 


(Reservados os direitos de autor)


 


 

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