ASTRO SEM ÓRBITA


 


Vi os céus de um outro mundo


Nesta luz de que me inundo,


Neste luar que não peço


E fiquei de alma perdida


Sabendo que fui vencida


Por um astro que não esqueço





Fui, desde a Lua até Marte


Por puro amor pela arte


Que me corre pelas veias!


Sempre que a vida me chama,


Envergo o manto de lama


Das seculares alcateias…





Saio depois, desse encanto,


Exibindo a cor do manto


Que a vida me permitiu


E, além da curva da estrada,


Não descubro mesmo nada


Senão que esse astro partiu!


 


 


 




Maria João – 15.01.2011 – 23.24h



Comentários

  1. Muito agradecida pelos belos versos recebidos hoje,
    com admiração, sua amiga,
    Efigenia

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eu é que fico muito agradecida pelo seu comentário, Efigénia.
      Enorme abraço!

      Eliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares