VOSSO SUL, SEMPRE O MEU NORTE!


 


Vosso silêncio, vos juro,


Me soa desafinado…


Tanto assim que, no futuro,


Por cada silêncio impuro


Vos terei posto de lado…





Vossas conversas banais,


Dão-me náuseas e entorpecem!


De vós, os ditos “normais”,


Não quero ouvir muito mais…


Vou-me antes que recomecem!





Vossos sonhos, vos garanto,


São meus piores pesadelos!


Carros, jóias e bons mantos


São vossos maiores encantos


E eu cá não quero nem vê-los!


 


Vossas viagens grosseiras


Aborrecem-me de morte


E nas vossas brincadeiras


Não vejo senão canseiras…


Vosso Sul, sempre o meu Norte!


 


 







Maria João Brito de Sousa – 23.09.2010 – 09.20h

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