NÃO TENHO MEDO DO TEMPO!


 


Não tenho medo do tempo


Porque o tempo recomeça


Sempre que bem lhe apeteça


Sem que ninguém o impeça!


 


 


Portanto digo;


 


 


“Se abrando,


Ficam-me as horas trocadas,


Fica tudo às três pancadas


E perco tempo…


Lamento;


Tenho pressa, muita pressa


E nenhum medo do tempo!”


 


 


 


Maria João Brito de Sousa – 11.07.2010 – 20.59h


 


 


 


 


 


 


IMAGEM - Pormenor de uma tela de Salvador Dali (retirado da internet)

Comentários

  1. Este tempo envelheceu !
    É mesmo, o que me parece !
    Nem a troco de uma prece
    Deixo de envelhecer eu

    Velhos Tempos, Tempo Novo
    Rezam nos tempos a história
    Neste rasto da memória
    Na história de qualquer Povo

    Aceite esta brincadeira
    Para não ficar calado
    Quando me dá pra asneira
    Há tempo por todo o lado

    Com o meu tempo passado
    Mesmo sem viver à pressa
    A vida passou-me ao lado
    Sem cumprir qualquer promessa

    Mas se o tempo aos trambolhões
    Se atrvessar no caminho
    Aí só o euromilhões
    Pode fazer um jeitinho

    No bonito poema, vivendo à pressa arrisca-se a viver na frente do tempo.

    Cordiais saudações
    J/severino


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    Respostas
    1. :) Seja muito bem-vindo, Severino! Muito obrigada por me deixar este seu poema como comentário. Gosto muitíssimo de despertar este tipo de comentários e fico muito feliz quando isso acontece.
      Quanto a mim... quer-me parecer que sempre vivi um tanto ou quanto "à frente" do tempo :))
      Abraço grande!

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