ESTRELAS CADENTES
Trago poemas nas veias
E, dos poemas que trago,
Moldo o barro das ideias
De que nasce o mesmo barro…
São mil poemas-cadentes
Cravados como punhais,
Cicatrizes transparentes
De quem já viveu demais,
De quem desistiu da vida
Dos neutrões e dos protões
E, ficando assim, perdida,
Se alimentou de canções,
De quem não quis, querendo crer
Que o que na vida importava
Era só permanecer
Nas palavras que deixava,
Nesses poemas-cadentes,
Cravados como punhais
Com marcas inaparentes
De quem parte, mas quer mais…
Trago poemas nas veias
E, dos poemas que trago,
Moldo o barro das ideias
De que nasce o mesmo barro…
Maria João Brito de Sousa

M. João
ResponderEliminarO poema está lindo e eu agradeço por todos.
Mas como podem as pessoas entender que é uma prece a Deus, para a cura do cancro?
Além disso quantas pessoas frequentam este teu blogs,
onde pouco escreves? Quem se lembra?
Há aqui uma falha. Não faço perguntas! Cada um escreve onde gosta. Eu própria,
escrevi no -Premios- não nos blogs principais.
Mas especifiquei com clareza o que pretendia. E resultou!
Mas agradeço tua atenção. E nada mais posso dizer.
Mas tu é inteligente e honesta e vais entender as minhas dúvidas.
Não tem problema, já sei que a vela tem chegado a muita gente e ponto final no assunto.
Eu estou doente, não sei o que tenho neste joelho e
Deus me ajude, para que não esteja a pedir por mim.
Um abraço,
Maria luísa
Amiga, aqui, no montanhas, está apenas a vela e o poema Estrelas Cadentes, mas no post de ontem, no poetaporkedeusker, está tudo explicado... ora vai por este link http://poetaporkedeusker.blogs.sapo.pt/198790.html
EliminarVês? Os blogs são como os livros e, no meu, é escrita uma página todos os dias... e nunca se apagam, se rasgam ou se deterioram. Quando queremos ir ler qualquer coisa do dia anterior, é só ir a essa página... e este foi também o post que eu coloquei no Facebook.
Podes ter a certeza de que muitas orações já se ergueram a partir dela.
Abraço grande!