BOLHAS NAS PALMAS DOS POEMAS...
Calham, por vezes, nascer-me
Bolhinhas de uso excessivo
Nas palmas de alguns poemas…
Pr`as curar, terão de ler-me
Que isto de ser criativo
Pode trazer-me problemas…
São feridinhas supuradas,
Fruto de um constante atrito
Entre o poema e os dias
Que me ardem quando infectadas,
Que eu sinto, logo acredito
Que não são simples manias…
Podem parecer pequeninas
Mas são muito dolorosas
E exigem tal tratamento
Que já não há aspirinas
Que aliviem as teimosas
Das bolhas… que sofrimento!!!
Maria João Brito de Sousa
Imagem retirada da internet

Ui! Que maravilha. Perdoe-me que diga isto minha amiga. Abençoadas bolhas supuradas e fruto do atrito dos dias... Magnífico. Mil bjs e um óptimo fsemana.
ResponderEliminar:) Obrigada, Fátima! Um excelente fim de semana. Eu fico sempre incontactável aos sábados e domingos... depois, na segunda feira, publico a triplicar :)
EliminarAbraço grande!
Espreito nessas bolhinhas
ResponderEliminarDos seus Poemas, na palma
Estão cheias de sentimentos
Têem no seio florinhas
Que são do jardim da Alma
Encerradas por momentos
Quando forem libertadas
Nas palavras de magia
Das cicatrizes sentidas
Já se encotram semeadas
Sementes de fantasia
Depressa serão floridas
Meu campo de sentimentos
E no atrito dos dias
Há bolhinhas, por momentos
Sem nexo... ficam vazias
Essas sim, me dão castigo
Vazias, sem conteúdo
Não fazem qualquer sentido
No estilo de Surdo Mudo.
Feliz Fim de Semana,
Saudações cordiais
j/severino
Bom dia, Severino! Mais uma vez, obrigada pelo seu poema! :)
EliminarTive um fim de semana daqueles em que as bolinhas estavam bastante mais vazias do que o habitual, mas para este blog tenho poema! Para o Poetaporkedeusker é que só nasceram dois sonetos...
Abraço grande!
Muito bem escrito!
ResponderEliminarUma beijoca
Sustelo