A TORRE DE TODOS OS PRETÉRITOS
Ontem,
O bichinho azul
Que todos os dias caminha a meu lado,
Subiu,
Comigo,
À Torre de Todos os Pretéritos.
Longe,
Muito além do vislumbrável
Por qualquer bichinho
De qualquer cor,
Uma nódoa vermelha,
Viva e crescente,
Manchava, ainda, a linha do horizonte.
Ontem,
Eu,
Que todos os dias
Caminho lado a lado com um bichinho azul,
Desci,
Sozinha,
A Torre de Todos os Pretéritos...
Maria João Brito de Sousa - 27.01.2010 - 11.51h

De vez em quando um desses companheiros muda-se para outras paisagens e outros sonhos, mas outros surgem de mansinho e quando damos por eles... estão ali
ResponderEliminarAbraço GRD
É verdade, Eva. São uns bichinhos imprevísiveis... surgem quando eu menos espero e, por vezes, também me deixam completamente sozinha... mas nunca por muito tempo. :)
EliminarAbraço GDE!
lindo o teu poema.
ResponderEliminarAdorei o encontro!
Aos poucos e lentamente, espero regressar.
Sabes como gosto dos versos que escreves de "alma liberta"
Saudades,
M. Luísa
Obrigada, minha amiga! Acredito que em breve poderás retomar o teu ritmo... mas com muito juízinho, claro.
EliminarUm abraço grande!