UMA ENXADA PARA M.C.V.

Chegado de um planeta
indecifrável
O Mago, o Peregrino
milenar
Trazia a fome de um desejo estranho
Que eu não sei definir nem sei explicar...
Fazia o seu Percurso Vertical
Na lentidão convulsa dos sentidos.
Poeta, libertário e de passagem,
pintava na garagem.
Vivia de subsídios.
Tela de Mario Cezariny de Vasconcelos
Imagem retirada da internet

Olá amiga João. Espero que estejas melhor. Agora o poema. Eu aprendi que tudo o que é pequenino é bonito, menos as carcaças, e parece que o ditado se confirma. Um poema tão pequenino e com uma mensagem tão bonita. Parabéns amiga. Um abraço Eduardo.
ResponderEliminarObrigada, amigo. Obrigada por tudo. Não estou melhor e por muito que me custe horrores ir para o hospital, já compreendi que não tenho outra hipótese.
EliminarDepois nos contactaremos por sms. Ainda vou tentar publicar hoje, mas não garanto. Custa-me muito estar aqui. Custa-me fazer seja o que for.
Abraço grande.