RIMAS MUITO SOLTAS
Deito contas à corrente
Das rimas que tenho escritas
E, se as tenho por benditas,
Tenho-as por mal arrumadas...
Nas refregas e canseiras
A que a vida me condena
Só sei recorrer à pena
Nas horas mais derradeiras
E, se o Relógio-de-Sol
Que me guia, Norte-Sul,
Um dia desatinar...
Não hei-de pôr-me a chorar!
Antes pinto o céu de azul
E deito a alma a voar!

Oi Maria
ResponderEliminarQue rimas soltas e tão bem arrumadas!
Abraço.
Devias ver como elas estão, ao natural, nos papelinhos - milhares - e caderninhos - dezenas - que eu nunca encontro quando são necessários... :))
EliminarSó aqui é que elas estão bem arrumadinhas...
Abraço grande.
Olá João. Mais uma bela reconstrução de coisas que estavam desarrumadas. E agora já não se perdem facilmente, pois também já está nos meus favoritos. Um abraço Eduardo.
ResponderEliminarSabes que eu fico aliviada quando os vou pondo nos blogs? Assim, ao menos, não se perdem, ficam com a sua missão cumprida!
EliminarObrigada, amigo Eduardo.
Olá amiga João E eu que fico bem contente, porque sempre vou tomando conhecimento. Abraço grande Eduardo.
EliminarUm grande abraço, meu amigo!
EliminarOutro para ti amiga. Eduardo.
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