PROFECIA

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Desse saber que dizem


Vir do ar


Nos nasce a poesia


Mais perfeita


Que humano algum jamais pôde


Alcançar…


 


E vem difusa, etérea,


Mas segura,


Qual semente de ideia a ser


Cumprida…


 


 


Assim se estreiam vestes do futuro


No passado/presente de uma vida


E nas tais coisas que esse instinto sente,


Mas que a razão, depois, nos quer negar


Cala-nos fundo a condição lunar


Que há-de (e)levar a Deus a nossa mente...


 


 


Maria João Brito de Sousa - 25.03.2009


 

Comentários

  1. Olá amiga João. PROFECIA. Pois que se cumpra a profecia. E que ela eleve a Deus as nossas mentes, mas quanto mais tarde melhor. Parabéns por mais este poema encantador. Um abraço Eduardo.

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    1. A ideia que eu tenho de Deus, não me obriga a morrer para o encontrar, amigo Eduardo. De maneira nenhuma, embora eu acredite que nem sempre se consegue entender isso neste percurso.
      Espera aí que eu já vou ver o que se passa com o teu blog! Olha, a propósito de vandalismos e banditismos, acredita que mataram um pobre homem nos correios onde eu costumo ir muitas vezes, 24 horas depois de eu ter lá estado... aqui, em frente da minha porta, arrancaram um banco de jardim. Pelo menos um dos pés do banco onde eu, por vezes, me costumava sentar quando ia com a Lupa e o Kico à rua... tanta violência...
      Até já, amigo.

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    2. OLÁ AMIGA João. Olha quanto ao vandalismo no meu bloge, eu não me queria referir ao blog. Mas estava danado e com o meu veneno todo na ponta da língua, e por isso saiu assim. Mas o que eu queria dizer era o sapo. Não me estava a entender com as modificações que fizeram, mas afinal, não ficou tão mau como eu pensava. Quanto aos Homenzinho que mataram, eu vi a notícia no jornal e na t. v. Quanto ao teu pecúlio poupa-o se não depois queres e não tens. Abraço. Eduardo.

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    3. Estou aqui a poupá-lo... faço tudo a correr!
      Abraço!

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