À BEIRA DA FONTE...
Amanhã hei-de ir à fonte,
- descalça, qual Lianor –
Procurar, no horizonte,
Sinais de Paz ou de Amor…
Não sou Lianor, nem jovem,
Procuro um amor dif`rente…
Aquilo que alguns descobrem
Que faz falta a toda a gente…
Mas se eu for e não voltar,
Não se esqueçam!... Não voltei
Porque o não pude encontrar
Nas muitas voltas que dei!
Procurei por toda a parte.
Não estava em parte nenhuma!
Apesar do amor à Arte
Perdi-me entre tanta bruma…
Hoje, qual Sebastião
Do mito desencarnado,
Procuro a estranha lição
Desse amor desencontrado…
Neste precário horizonte
De fronteiras virtuais,
Desprezo, à beira da fonte,
O que os outros buscam mais…

Olha amiga eu fico sem palavras ao ler certos poemas teus, e esta redondilha é um desses. só te digo que adorei, só me apetecia abraçar-te com tanta força até tu entenderes quanto te admiro. Parabéns, está lindo. Um Abraço Eduardo.
ResponderEliminarObrigada, amigo. Quer dizer que posso o publicar como a minha (in)definição de amor no prémios e medalhas? É que, por coincidência, eu estava, realmente, a pensar nisso antes de te ler, quando fiz estas redondilhas... :)
EliminarAbraço grande.
Amiga. Tu publicas onde quiseres, quando quiseres, e como tu souberes, era o que faltava teres que andar ao sabor das ondas. Cada um fás como pode e sabe e quando pode, ou até pode não fazer. Um abraço Eduardo.
EliminarEntão, se não te importas, vou mesmo publicar no prémios e medalhas este poema, como uma reflexão sobre o Amor. Farei como se fosse um desafio como outro qualquer e deixarei o link para o teu blog e para os blogs que irei desafiar.
EliminarAbraço grande.
Ora assim mesmo é que é. Sabes, aqueles mini avisos que aparecem nas páginas da net que dizem não mostrar mais, pois tu deves fazer a mesma coisa, não peças opinião, fazes como te der mais jeito e pronto. Já sabes que comigo estás sempre à tua vontade. Um Abraço Eduardo.
EliminarAbraço amigo! :)
EliminarAbraço aceite, e devolvido ao mesmo tempo. Eduardo.
Eliminar